O lado social da crise

Mito da caverna de Platão

O lado social da crise tem que ser explorado e ativado no modo AGIR, não podemos ficar aguardando só a parte do governo e nem das instituições, temos que fazer a nossa parte.

Por Ildefonso Camargo

Sabemos que nem tudo está perdido, mesmo na situação alarmante e com o medo e desespero que a COVID-19 tem nos proporcionado. E que muitas vezes ficamos imobilizados e anestesiados pela circunstância. Tudo o que disser sobre a COVID-19 ainda faltará mais adjetivos para classificá-la. Mas, uma coisa podemos dizer, que como é apresentado por Platão no MITO DA CAVERNA, que algum dia possamos sair dessa escuridão e encontrar a luz.

Alguns ficam na escuridão, outros já estão nos informando sobre o mundo externo, falam sobre a luz que é traduzida em ações sociais. Pessoas, entidades e governos já se movimentam para levar alguma esperança aos desamparados. Porém, não podemos ficar só na cobrança e no discurso da prática do bem, o que temos que fazer é PRATICAR e EXECUTAR as ações. Em resumo, temos que agir e colocar a mão na massa.

As cobranças e as delegações das culpas são constantes, pois apontamos com facilidades os culpados, e não estamos fazendo o nosso “lado social” da crise que é simplesmente doar o nosso tempo em ajudar ao próximo, seja em qualquer ação.  Por exemplo:

  1. O ato de doar sangue, é gratuito e salva vida. Aproveita para fazer o seu cadastro como doador de medula óssea.
  2. Cadastrar como doador de medula óssea, que é só procurar um hemocentro para preencher o formulário e será coletado 5 ml do seu sangue.
  3. As entidades de classes (sindicatos, associações e cooperativas) deveriam fazer parte da ação social mais intenso, sem esperar a parte do Governo, que já está muito comprometido. Poderiam criar a cultura do DESAPEGO para que todas as pessoas possam doar o seu excedente, ou seja, as roupas que não usam mais, móveis, objetos e outros.
  4. Se cada pessoa que se sentir agradecida por não depender de ajuda para se alimentar, que faça uma doação da cesta básica para uma entidade ou família. Nesse caso, seria importante que “adotasse uma família” pelo tempo que se sentir em condições de oferecer o benefício.
  5. Comércio local terá que ser fortalecido, vamos dar preferência ao comércio local, as feiras e as indústrias. Principalmente o negócio do seu bairro.
  6. Doações de máscaras e produtos de higiene.

O lado social da crise tem que ser explorado e ativado no modo AGIR, não podemos ficar aguardando só a parte do governo e nem das instituições, temos que fazer a nossa parte.

Não podemos de deixar de agradecer aos que já estão no modo AGIR das ações sociais, que realmente tem feito grande diferença no dia da vida de cada um.

1 COMENTÁRIO

  1. Muito boa a análise do Economista Ildefonso Camargo Jr. Precisamos mudar nossa forma de agir. Precisamos AGIR com perseverança com os mais necessitados, ajudar o proximo pra podermos crescer como ser humano. Vamos mudar o Brasil, vamos reagir. Muito bom.

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