Mais reflexões!

“E retornando ao lockdown, que mantém o comércio não essencial fechado, retorno à discussão do que seria essencial. Pois essencial não seria todo o trabalho que leva comida à mesa da família?”

Por Brigadeiro Bragança

Lockdown é o tema do momento! Mas, salvo melhor juízo, a equação não fecha!

A interrupção do trabalho regular, o abre e fecha das atividades e a discussão sobre quais são as atividades essenciais estão na pauta; mas a equação não fecha!

E retorno à pergunta já, anteriormente, formulada – quando será o seu dia D e a sua hora H da vacinação?

Em recente postagem nas redes sociais de uma amiga de Anápolis[1], encontrei questionamentos como “O que adianta tirar os pais de família dos seus serviços???? O que adianta centenas de pessoas perderem seus empregos?????? O que adianta uma pessoa suicidar por não encontrar uma igreja aberta para obter ajuda? O que adianta?? Pra quê Lockdown?”.

E a postagem continua com uma assertiva perfeita que registra que “Enquanto o ser humano não tiver o mínimo de consciência e responsabilidade possível, esse vírus não vai acabar. Vamos nos adaptar a esse novo normal e cada um faz a sua parte com responsabilidade.”.

Ao encontro dessa assertiva, o Jornal Folha de SP[2] registra, com base em pesquisa Datafolha, que “92%  dos brasileiros dizem usar sempre a máscara quando saem de casa […]. Pesquisa também mostrou que 71% apoiam medidas de diminuição do horário de funcionamento de comércio e serviços em geral, como forma de diminuir a circulação de pessoas.”.

Ora, cumprir o protocolo e diminuir a circulação de pessoas tem aprovação da sociedade. E parece ser o caminho de gestão de nossas cidades para vencermos a pandemia e mantermos o sustento da família.

Repito: cumprir o protocolo e “diminuir” a circulação de pessoas.

E é por isso que podemos fazer mais, podemos prosperar mais!


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E o mesmo periódico, como estratégia de diminuição de circulação, também registra mudança nos horários de rodízio dos veículos da capital paulista, além de outras providências. E um vereador de Anápolis conversou comigo sobre a campanha que defende do “não me toque, não me abrace”. Gostei! Pois são estratégias para diminuir a circulação e mudar o comportamento do cidadão neste novo normal!

E retornando ao lockdown, que mantém o comércio não essencial fechado, retorno à discussão do que seria essencial. Pois essencial não seria todo o trabalho que leva comida à mesa da família?

E sobre as grandes empresas, sem impacto aos trabalhadores que levam comida à mesa, conforme divulgado no Estadão[3], a “Volkswagen do Brasil vai suspender a produção em todas as suas fábricas no país por 12 dias”, a partir do dia 24 de março, demonstrando solidariedade e comprometimento com a sociedade e com seus empregados. Mas é a Volkswagen! E o barbeiro do seu bairro, qual a alternativa para ele em tempos de lockdown?

E é por isso que podemos fazer mais, podemos prosperar mais!

E volto à reflexão, com o artigo de Vilma Pinto no Jornal O Globo[4], observando que “O Brasil registrou a infeliz marca dos 288 mil óbitos em decorrência da Covid-19, desde o início da pandemia. O triste e assustador número de vidas perdidas para o vírus vem acompanhado de mais 13,9 milhões de pessoas desempregadas, agravamento da fome, sobrecarga na saúde pública e privada, além de tantos outros efeitos econômicos. É neste momento que as ações governamentais são colocadas em teste. É importante que as políticas públicas sejam bem pensadas, calibradas e implementadas de forma ágil, para possibilitar assistência adequada aos mais vulneráveis, recursos suficientes e bom planejamento para a saúde.”.

Reflita sobre o lockdown; pois o esperado dia D e hora H da sua vacinação é incerto… e pode demorar! Ah… e pense também no seu barbeiro, no seu cabelereiro… e pense nas estratégias que você pode propor aos seus gestores.

Então, fica o desafio!

Pois podemos fazer mais, podemos prosperar mais!


[1]https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2809835855894691&id=100006049115210

[2] Jornal FOLHA DE S.PAULO – Edição de 19 de março de 2021.

[3] Jornal O ESTADO DE S.PAULO – Edição de 20 de março de 2021.

[4] Jornal O GLOBO – Edição de 20 de março de 2021.

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