Governo de Goiás anuncia revezamento das atividades comerciais a cada 14 dias para conter covid no estado

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou na manhã desta terça-feira (16), a volta do revezamento das atividades econômicas no estado a partir de amanhã (17). A medida ocorre em decorrência do aumento dos números de casos da Covid-19 no estado. O novo decreto estadual estabelece o modelo “14 por 14” entre funcionamento e fechamento, sendo 14 dias de suspensão das atividades econômicas seguidos por 14 dias de funcionamento.

Durante o período de funcionamento das atividades econômicas em geral, os protocolos sanitários devem ser seguidos, em relação ao uso da máscara, álcool 70 e o distanciamento social, continuando proibida as aglomerações.

No período de atividades suspensas o que é considerado essencial seguirá funcionando normalmente, seguindo os protocolos de segurança.

São considerados essenciais: farmácias, clínicas de vacinação, laboratórios de análises clínicas e estabelecimentos de saúde; cemitérios e serviços funerários; distribuidores e revendedores de gás e postos de combustíveis; supermercados e congêneres, não se incluindo lojas de conveniência; restaurantes e lanchonetes apenas para entrega (delivery), pegue/leve  (take away) e drive-thru – proibido consumo no local; estabelecimentos que atuem na venda de produtos agropecuários; agências bancárias e casas lotéricas; serviços de call center restritos às áreas de segurança, alimentação, saúde e de utilidade pública; atividades de informação e comunicação; fornecedores de bens ou de serviços essenciais à saúde, à higiene e à alimentação.

Podendo funcionar também: segurança privada; empresas de saneamento, energia elétrica e telecomunicações; assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade; obras da construção civil de infraestrutura do poder público; borracharias e oficinas mecânicas; restaurantes e lanchonetes instalados em postos de combustíveis; estabelecimentos que estejam produzindo, exclusivamente, equipamentos e insumos para auxílio no combate à pandemia da Covid-19.

Em relação à venda, o governo faz a recomendação de que os estabelecimentos que estiverem funcionando durante o fechamento, comercializem somente o que é considerado básico, enquanto que os produtos não-essenciais nem mesmo sejam expostos, e se houver razão de venda que não seja feita presencial.

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