O retorno às aulas!

“O exercício do direito à educação domiciliar; que consiste “no regime de ensino de crianças e adolescentes, dirigido pelos próprios pais ou pelos responsáveis legais”, como definido na proposta.”

Por Brigadeiro Bragança

A Revista ISTOÉ (1) estampa em sua última capa uma chamada com o título “DÉFICIT ESCOLAR”. A matéria aponta profunda mudança na transmissão de conhecimento; uma inovação com reflexos em seis milhões de estudantes brasileiros. E ainda destaca ser um período que provocou os envolvidos no processo a pensar; lançando mais luz à desigualdade social.

E, ainda, como reflexo de um ano difícil para a Educação, o ENEM digital registrou abstenção de 68% e o ENEM impresso 55%, conforme matéria do Estadão (2).

E é por isso que precisamos fazer mais, precisamos prosperar mais!

Carlos Neiva no artigo Educação Pós-Covid (3), em sua coluna no Canal 7, tratou dos desafios do ensino, referindo-se também ao Ensino a Distância (EAD), aos professores, aos alunos e à tecnologia que, literalmente, os separa! E Carlos Neiva lança questão sobre o papel do educador e sobre o objetivo final do aluno.

E na esteira de como agir, Márcio Corrêa, em seu artigo para o Portal 6 (4), aponta caminhos para as políticas públicas de educação em cenário de Covid-19 e de pós-Covid-19 com Covid-19. Márcio registra que “deve estar na pauta do setor público, gestores e educadores: (1) Integração multidisciplinar como esforço permanente; (2) Recuperação de aprendizagem como política contínua; (3) Fortalecimento da relação familiar e escolar; (4) Tecnologia como aliada constante; (5) Valorização constante do educador e colaborador.”.

E é por isso que podemos fazer mais, podemos prosperar mais!


Leia também: As chuvas e o CAOS!


Bem, e além da discussão sobre o processo ensino-aprendizagem surge a discussão sobre o retorno às aulas presenciais, onde o portal de notícias R7 (5) registra que o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo votou por greve da categoria a partir de 8 de fevereiro. A categoria decidiu manter o trabalho remoto em protesto contra a volta às aulas presenciais naquele Estado. A presidente do Sindicato comentou que se trata de uma “greve sanitária em defesa da vida contra a volta às aulas presenciais”; afirmando, ainda, que está em jogo a preservação da vida, “tanto de professores quanto de alunos, funcionários e familiares.”.

E, no contraditório, o líder do NOVO na Assembleia de São Paulo, Daniel José, em matéria do Estadão (6), afirma que “quando os protocolos são seguidos, estar na escola é muito mais seguro do que em um shopping, do que em um restaurante”.

E você, o que pensa sobre o tema?

Como estão as aulas nas redes pública e privada de ensino em sua cidade? Qual o planejamento?

Você concorda com o retorno às aulas presenciais? Leia sobre o tema; reflita, dê sua opinião e colabore com a solução!

E é por isso que podemos fazer mais, podemos prosperar mais!

E, na complexidade do tema, surge na pauta de prioridades apresentada pelo Governo Bolsonaro ao Congresso o Projeto de Lei que trata do Homeschooling (7), que dispõe sobre o exercício do direito à educação domiciliar; que consiste “no regime de ensino de crianças e adolescentes, dirigido pelos próprios pais ou pelos responsáveis legais”, como definido na proposta.

Você conhece a educação domiciliar? Consulte, pesquise… acesse:

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1734553&filename=PL+2401/2019

É um caminho? Então, fica o desafio para você, leitor, pensar!

Pois podemos fazer mais, podemos prosperar mais!

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Luís Cláudio da Fonseca Bragança Pinheiro- Brigadeiro do Ar da Reserva da Força Aérea Brasileira, com experiência na área da Administração Pública, Bacharel em Ciências Aeronáuticas pela Academia da Força Aérea (1985); qualificado ainda com Especialização em Gestão Internacional pelo Instituto COPPEAD de Administração da UFRJ (2010), Doutor em Ciências Navais pelas normas e instruções da Marinha do Brasil (2010) e Mestre em Ciências Aeroespaciais pela Universidade da Força Aérea (2018). Em 2019, atuou como Diretor de Administração do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

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