Caminhoneiros goianos decidem pôr fim à greve no estado

Com o anúncio de uma possível greve para o início do mês de fevereiro, nesta segunda-feira (01), o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Goiás (Sinditac), Vantuir Rodrigues, reuniu com cerca de 150 trabalhadores de cargas para discutir a situação. Após reunião o presidente do Sindicato confirmou que os caminhoneiros do estado de Goiás não irão aderir à greve.

Segundo Rodrigues, o assunto foi acordado com todos os presentes, que entenderam que, apesar de havernecessidade urgentes da categoria que precisam ser resolvidas, “agora não é o momento para uma paralisação” devido à fragilidade da economia provocada pela pandemia da covid-19.

“O mundo está doente, o nosso estado está doente, o Brasil. Se a gente fizer uma coisa dessas, nós estaremos sendo maus com nossas próprias famílias. A gente prefere não aderir a esse movimento [de greve]. Estamos precisando, mas não agora”, afirmou Rodrigues.

O presidente do Sindcato afirmou que se depender apenas da instituição nenhum movimento irá acontecer. Rodrigues sabe que os caminhoneiros movem a economia do país, e que eles são a única classe que passa por dificuldades então o melhor é esperar passar a situação, para que uma nova crise (pela paralisação) não se uma a crise causada pela pandemia.

As principais reivindicações que vem sendo feitas pelos trabalhadores da classe é a redução do valor do combustível que apresentar aumentos esmagadores, como também a luta contra a política de preços da Petrobras, que busca equipar a preços internacionais.

Melhor valorização do valor dos fretes, e elaboração de um piso mínimo para estes, também são pautas da reivindicação. Como melhorias nas condições de trabalho, sendo alteradas as jornadas de trabalho, como também a aposentadoria especial.

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